Compositor: Não Disponível
Olhando para baixo em ruas vazias, o que ela vê
São os sonhos que se tornaram sólidos
São os sonhos que se tornaram reais
Todos os edifícios, todos aqueles carros
Eram apenas um sonho
Na cabeça de alguém
Ela imagina o vidro quebrado, ela imagina o vapor
Que imagina uma alma
Sem vazamento na emenda
Vamos trazer o barco para fora
Esperar até a escuridão
Vamos trazer o barco para fora
Esperar até que a escuridão venha
Longe dos corredores verdes pálidos e cinzas
Em nenhuma parte nos subúrbios
Na luz fria do dia
Lá no meio disso, tão viva e só
Palavras sustentam como ossos
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Use seu interior do lado de fora
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Nos braços do seu papai novamente
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Jura que eles moveram esse sinal
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Nos braços do seu papai novamente
Tirando das gavetas os papéis que deslizam bem
Rebocando a escuridão, palavra por palavra
Confessando os segredos na morna caixa de veludo
Ao padre - ele é o doutor
Ele pode aguentar os choques
Sonhar com a ternura - o tremor nos quadris
Ao beijar os lábios de Maria
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Use seu interior do lado de fora
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Nos braços do seu papai novamente
Sonhando com a Rua da Misericórdia
Jura que eles moveram esse sinal
Procurando por misericórdia
Nos braços do seu papai novamente
Misericórdia, misericórdia, procurando misericórdia
Misericórdia, misericórdia, procurando misericórdia
Anne, está lá fora com seu pai no barco
Cavalgando a água
Cavalgando as ondas no mar